Missio Pascoal

12.26.2006

Lições do escândalo Ted Haggard nos EUA - Silas Daniel


A comunidade evangélica nos Estados Unidos foi surpreendida, no início de novembro, com a notícia de que um de seus principais líderes estava envolvido em um escândalo sexual. Mas, não um escândalo sexual como qualquer outro. Este foi marcado por uma profunda contradição e ironia, que fizeram com que o caso se torna-se muito mais trágico.
O líder em questão, o pastor Ted Haggard, então presidente da Associação Nacional de Evangélicos nos EUA (que representa 33 milhões de evangélicos no país) e da mega-igreja pentecostal Vida Nova, com 14 mil membros no Colorado, era um dos principais ícones da luta contra a homologação do casamento homossexual nos Estados Unidos. Porém, caiu justamente por ter tido relações homossexuais com um garoto de programa de Denver.
No início, Haggard negou tudo. Mas, no domingo 5 de novembro, consumido pela culpa, confessou que teve relações com o rapaz e ainda comprou drogas. Antes, porém, imediatamente após as acusações virem a público, ele já havia renunciado a presidência tanto da Associação Nacional de Evangélicos quanto da igreja que fundara há 20 anos. Muitos evangélicos norte-americanos ficaram desnorteados com a notícia, sem saber como um homem com a conduta até então ilibada, casado, pai de cinco filhos, defensor ferrenho dos valores morais e da família segundo a Bíblia, pôde cair em tal perversão. Para se ter uma idéia, Haggard estava na lista dos 25 evangélicos mais influentes nos Estados Unidos, segundo a conceituada revista semanal Time. Sua queda já é considerada por muitos tão ou mais impactante do que a de alguns líderes evangélicos dos anos 80, como os pastores Jimmy Baker e Jimmy Swaggart.
Esse fato suscita, naturalmente, uma pergunta: O que leva nomes proeminentes do evangelicalismo, como Ted Haggard, a caírem?Tal reflexão se torna extremamente importante neste momento devido ao contexto espiritual que estamos vivendo. Sim, porque a queda de Ted Haggard nos ensina algumas lições sobre a verdadeira espiritualidade, que têm sido muitas vezes esquecidas em favor de um discurso e um estilo que podem parecer atraentes, bonitos e espirituais, mas que, na verdade, não têm nada a ver com a verdadeira espiritualidade. Se não, vejamos. Analisemos cada uma dessas lições.
1) O equívoco da ortodoxia sem vitalidade espiritual
Estamos em uma época em que o fundamentalismo cristão está em alta. Como ressaca à onda liberal encetada nos anos 60, o discurso fundamentalista voltou com força total ao mundo, principalmente de dez anos para cá. E isso foi bom no meio evangélico, porque a relativização moral, o liberalismo teológico, os modismos e o mundanismo já estavam começando a corroer a maior parte das igrejas. Principalmente nos Estados Unidos, esse movimento é muito forte hoje. Apesar das críticas de alguns líderes cristãos aos excessos do fundamentalismo cristão, esse movimento foi bem-recebido pela maioria dos cristãos norte-americanos por pregar a volta aos princípios bíblicos e morais que devem reger a humanidade.

Realmente, as igrejas precisavam e precisam urgentemente de um choque de ortodoxia e moralidade. O único problema é que essa onda fundamentalista parece que não veio seguida por uma vitalidade espiritual . Aqui está sua fragilidade. Não adianta ser fundamentalista em princípios, defender os valores morais, se a nossa própria vida espiritual está em frangalhos.O fato de sabermos o que é certo e o que é errado não nos impede de pecar. O rei Salomão, que se tornou o mais sábio de todos, pecou, mesmo com toda sabedoria que recebera. O fato de saber a verdade não o impediu de fazer a coisa errada.
As Sagradas Escrituras afirmam que é preciso cultivarmos nossa comunhão com Deus para que não nos tornemos presas fáceis para o pecado (Ef 6.10). Quem não atenta para isso pode até ser ortodoxo em suas afirmações, mas vive um cristianismo de fachada. E se chega a viver em obediência à Palavra de Deus, o faz somente por dever (só porque sabe que deve obedecer) e não também por prazer. Falta vitalidade espiritual.
Em síntese: Não basta pregar a verdade, é preciso também viver na verdade; e isso só é possível se mantivermos nossa comunhão com Deus.
2) Lutar externamente contra um pecado que ainda não foi vencido internamente resulta em queda fatal
Outro perigo é o de se envolver externamente na luta contra um determinado pecado apenas como reflexo da luta que estamos tendo internamente contra esse pecado.
A Psicologia diz que há pessoas que têm fixação em fazer campanha contra determinado ponto exatamente porque têm problemas naquela área que tanto atacam. Essa reflexão veio à tona no meio evangélico pela primeira vez por ocasião da queda do pastor Jimmy Swaggart no final dos anos 80. Swaggart era um dos maiores defensores da pureza moral. Ele pregava constantemente contra a prostituição e o adultério, temas recorrentes em sua mensagem. E quando caiu, exatamente nessa área, descobriu-se que já havia alguns anos que Swaggart estava com problemas nesse campo. Suas pregações constantes sobre esses temas eram, portanto, reflexo de sua luta interior nessa área. Se Haggard e Swaggart tivessem, antes de ficar batendo pública e constantemente naquelas áreas, resolvido seus problemas interiores, não teriam se tornado presas fáceis para o pecado. Se necessário, poderiam ter procurado ajuda. Porém, em vez disso, preferiram esconder seu problema e reproduzir externamente a luta interna que estavam enfrentando cotidianamente. Isso só fez agigantar o problema e sacramentar o caminho da queda. Antes de pregarmos contra o pecado, devemos, nós mesmos, sermos libertos do pecado e do poder do pecado em nossas mentes e corações. Assim como é claro que todos os tipos de pecado devem ser combatidos, é igualmente óbvio que as pessoas que os combatem estejam libertas dos mesmos. Se não, será uma verdadeira hipocrisia, que não agrada a Deus e leva as pessoas a se afastarem da Verdade.
3) O perigo do triunfalismo
Infelizmente, estamos vivendo em uma época em que os discursos hedonista e triunfalista têm influenciado o cristianismo. Vide a Teologia da Prosperidade e o Movimento da Confissão Positiva. Com isso, muitos cristãos estão deixando de lado a dependência de Deus e apoiando-se em si mesmos, vivendo um "cristianismo humanista", onde o ser humano passa a ser o centro, e não mais Deus. Esse tipo de evangelho tem levado muitos cristãos à decadência espiritual. O triunfalismo tem feito verdadeiros estragos na vida espiritual de muitos crentes. O orgulho, sabemos, é a raiz de todos os demais pecados. Foi assim com o pastor norte-americano Jimmy Swaggart, e tem sido o mesmo com o pastor Ted Haggard. Em algum ponto de sua vida espiritual, em vez de procurar ajuda, ele envolveu-se com o pecado e permaneceu nele até que fosse descoberta sua sujeira. E quando a verdade apareceu, negou-a veementemente, até que "a ficha caiu" e confessou o pecado. Haggard disse em sua confissão que era "um enganador e mentiroso", e que já havia algum tempo que convivia com "um lado escuro" que tinha medo de revelar. Mesmo assim, tentou diminuir um pouco a gravidade do seu erro, dizendo que a relação homossexual que teve foi "uma única vez" (e não tantas vezes como declarara seu acusador) e que comprou drogas mesmo, em um momento de tentação, mas não chegou a usá-las. Suas declarações provocaram críticas por parte de líderes evangélicos. Isso porque, até na hora de confessar o erro, movido pelo seu orgulho próprio, Haggard tentou preservar-se de dizer a verdade por inteiro. Como se o que já tivesse confessado já não fosse terrível o suficiente.
Indicamos duas obras importantíssimas sobre esse assunto no mercado editorial brasileiro: Orgulho Fatal, do pastor norte-americano Richard Dortch, e Por que caem os valentes?, do pastor José Gonçalves.
4) Cuidado com a tentação do ativismo sem qualidade de vida espiritual
Estagnação, sabemos, não significa qualidade de vida espiritual. Nossa vida com e para Deus deve ser ativa e dinâmica (Dn 11.32). Porém, superativismo na obra do Senhor também não é sinal de espiritualidade sadia. Além de fazer mal psicológica, física e espiritualmente, é possível ser superativo e moralmente equivocado (Mt 7.21-23).
Haggard era um ativista engajado, mas descuidado com sua vida espiritual. Uma coisa não deve colocar a outra em detrimento. Nunca. 5) O nosso referencial é JesusMais uma vez, em momentos como esse, não podemos deixar de ressaltar que nosso modelo de vida espiritual não devem ser líderes e ícones no meio evangélico, mas Jesus. Quem não observa isso, acaba se decepcionando com a vida cristã quando se depara com o primeiro erro de um grande líder admirado.Como Haggard não era muito conhecido no Brasil, não exercendo praticamente nenhuma influência sobre a igreja brasileira, naturalmente sua queda não nos afetou. Mas, imagine nos EUA, onde ele era uma referência para muitos evangélicos?
A Bíblia diz que uma espiritualidade sadia se apóia em Cristo, o Alvo, Autor e Consumador da nossa fé (Fp 3.12-16; Hb 12.1-3), não em ícones humanos. Mesmo que o líder tenha um currículo invejável, pecamos quando fazemos dele nossa referência espiritual. Além disso, espiritualidade sadia não é definida por estatísticas grandiosas. Se fosse assim, o islamismo, que cresce avassaladoramente em todo o mundo, seria padrão de espiritualidade sadia. A verdadeira espiritualidade é caracterizada pelo fruto do Espírito, obras de justiça segundo o Evangelho de Cristo (Mt 7.16-23; Gl 5.22). Por isso, grandes homens só são exemplo enquanto seguirem a Cristo (1Co 11.1; Gl 1.8,9).Que essas lições, mais uma vez ilustradas por um terrível caso, possam ser apreendidas e aplicadas sempre em nossas vidas para manutenção de nossa saúde espiritual.

12.21.2006

UM NATAL SEM PALAVRAS PARA TODOS VÓS!


Um Natal Sem Palavras
Dezembro 2006

Texto: Mateus 1:18-25


Introdução: No livro "Bar Don Juan" Antonio Callado, famoso escritor, narra a história de um grupo de homens que estavam preocupados com o futuro e os problemas da sua terra. Reuniam-se todos os dias num bar, denominado Don Juan. Depois de muita conversa acompanhada de bebidas e petiscos cada um voltava para casa e a vida continuava. Havia muita conversa mas pouca acção. Assim também procede muita gente. Falam, falam, mas fazer absolutamente nada. Outros criticam, criticam, mas dar boas ideias e agir para melhorar, nada. Esse tipo de gente já cansa. Deus está interessado naqueles que, silenciosamente, agem de maneira fabulosa.

No texto desta mensagem, registrado em Mateus 1.18-25, vemos a história de um homem fabuloso. Não há nenhum registro nos Evangelhos de uma palavra sua. No entanto, dentre os seres humanos, pecadores, foi dos que mais alto falaram nas Escrituras Sagradas através da sua vida.

O seu nome é José, e sua mulher, Maria, e o seu filho adoptivo: Jesus Cristo, Deus Bendito. José era descendente da casa real de David Mt 1: 16-20; Lucas 2:4], nasceu em Belém. De origem modesta, vivia do que ganhava como simples operário [na Galileia, em Nazaré, cf. Lc 2, 4]. Teria já uma certa idade quando desposou Maria. A sua dignidade aparece resumida nestas palavras: «que era justo» [Mt 1:19]. Com isto, pretende-se afirmar que José se dedicou fielmente ao papel sublime que lhe foi confiado: guardar o maior tesouro de Deus na Terra, Jesus.

As Escrituras mencionam a fuga para o Egipto [Mt 2:13] e o regresso [Mt 2:19-20]. O momento de maior dificuldade da vida de José terá sido quando se viu tentado a deixar a sua noiva [Mt 1, 18-25; Lc 1, 27]. Mas é exactamente nesse conflito, entre os seus direitos e os seus deveres, que revela a sua grandeza. Esse sofrimento – que ficou narrado nesta bela história da vinda de Jesus ao mundo – tinha de ser ultrapassado, visando a um bem maior: José é a testemunha menos suspeita do nascimento virginal do Redentor [Lc 2, 4-5].

Analisem bem o carácter de José. Nós não temos muitas porções bíblicas sobre a pessoa de José, mas nós sabemos que Deus teria de escolher uma pessoa decente, honrada, que pudesse ser um exemplo e um espelho para o Senhor Jesus na sua criação. Se fosse alguém com o carácter deturpado, se fosse alguém cheio de desvios de comportamento, ele não seria um bom espelho para o Senhor Jesus (e mesmo ele não sendo o pai biológico, ele seria o espelho dentro de casa). Depois, na história da Redenção, José passa modestamente a segundo plano. A Escritura nem sequer menciona a sua morte.

O que é que este homem silencioso nos ensina?

I – O SILÊNCIO DE JOSÉ NA GRAVIDEZ DE MARIA
"Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: estando Maria, sua mãe, desposada com José, sem que tivesse antes coabitado, achou-se grávida pelo Espírito Santo. Mas José, seu esposo, sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente."(Mt 1.18,19). Em primeiro lugar a Bíblia nos mostra a justiça de José. Embora estivesse desposado de Maria, o que exigia a lei judaica, no entanto não haviam coabitado, o que deveria acontecer um ano depois do compromisso, soube que a esposa estava grávida. Mateus nos diz que sendo justo não quer José lançar a mulher em ultraje, uma vez que o adultério se constituía em pena de morte por apedrejamento. Prefere ele assumir a situação fugindo e recaindo sobre ele a culpa. Diz o texto que: "Enquanto ponderava nestas coisas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de David, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles. (Mt 1.20,21). José foi obediente à informação do anjo. Antes de sair e propalar a toda a gente a sua inocência ele "fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu sua mulher."(v.24).

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Fique agora em silêncio. Pense um pouco naquelas situações em que você tem sido injustiçado ou a sua reputação e integridade têm sido mentirosamente postas em causa. Como lida com a injustiça, as insinuações, as suspeitas sobre si e sobre os seus? Ore por essas pessoas e conceda-lhes perdão neste Natal.

II – O SILÊNCIO DE JOSÉ NA MANJEDOURA
Vemos ainda José, silencioso perante a manjedoura. Lucas, no capítulo 2 nos fala de todos os acontecimentos ao redor do nascimento de Jesus. Não pense no nascimento de Jesus em termos lamechas. Como sabemos que nesta narrativa houve coros dos anjos aos pastores, o testemunho dos mesmos a José….tudo nos parece idílico. Mas manjedoura não tem nada de idílico. Já pensou em deitar-se sobre as palhas? Deve picar não? E o bafo dos animais sobre o seu filho recém-nascido? Parece-lhe agradável? E o cheiro do estrume e dos excrementos dos animais? Agradável? Ainda assim, o coração silencioso de José, guardava, como o da esposa, todas as coisas referentes aos acontecimentos.
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Fique agora em silêncio como José. Agradeça a Deus o facto de Ele estar na sua vida e de lhe dar todo o conforto que tem. Seja grato pela sua casa, os seus bens. Seja muito grato a Deus por todas as coisas que Ele lhe tem dado. Peça perdão a Deus por qualquer espírito de avareza, inveja ou idolatria de posse. Seja como José, silencioso em meio ao que tem!


III – O SILÊNCIO DE JOSÉ NA PROTECÇÃO DO MENINO. (Mt 2.13-15; 19-23)
A chegada dos Magos, à procura de Jesus, acendeu a fúria de Herodes que procurou matar o menino Jesus. Sob as ordens de Deus José deixa o conforto de Belém e de sua terra, a Judeia, e foge com Maria e a criança para o Egipto onde permanecem até a morte do rei, voltando depois para viver numa terra simples, chamada Nazaré. José, silenciosamente, se torna um instrumento activo e obediente nas mãos de Deus dando todo amor, carinho e protecção do Eterno Filho de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo.
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Fique agora em silêncio. Ore e coloque diante Dele todas as suas inseguranças, ansiedades, perigos, instabilidades. Faça como José. Pague o preço da obediência e fique calado diante dos Herodes destes dias.

IV- O SILÊNCIO DE JOSÉ NOS EVANGELHOS E O SEU GRANDE PRIVILÉGIO
A narrativa dos Evangelhos nos mostram de forma maravilhosamente silenciosa a vida de José. Ele surge no cenário da vida de Maria e de Jesus. Oferece todo o respaldo necessário de protecção, abrigo, alimento para o Senhor Jesus. Permanece silencioso, falando alto apenas as suas atitudes e, misteriosamente, desaparece no cenário da História da Redenção. No entanto, ninguém teve maior privilégio do que ele. Protegeu e amparou o menino Jesus e o seu maior privilégio, como escreveu Max Lucado: "Ele teve o deleite de ensinar a Jesus, o Criador do mundo, como manusear um martelo." É esse tipo de pessoas que Deus procura para o Seu Reino. Que trabalhem sem estardalhaço, sem preocupação com fama, sucesso ou poder. Que trabalhem e dêem tudo, como o fez o homem que achou o tesouro no campo (Mt 13.44) ou o que encontrou a pérola de grande valor (Mt 13.45,46). Dão tudo pelo Reino de Jesus Cristo.

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Fique agora em silêncio. Quem são as pessoas a quem você está a influenciar? Quem são os seus discípulos? A quem tem ensinado, sem grandes palavras e grandes holofotes, a manusear um martelo? Ore pelas pessoas à sua volta que Deus lhe deu para influenciar. Os seus filhos, os seus alunos, os seus colegas, o seu cônjuge? Tem servido a essas pessoas, em silêncio, mas com acções que causam grande impacto? Libere o perdão se essas pessoas não têm sido reconhecidas.

Conclusão: Grande e Maravilhoso Natal poderá ser para nós este Natal de 2006 se seguirmos o exemplo dado por José. No silêncio das palavras há eloquentes atitudes.

Vem aí o M09 na Alemanha, Abril 2009

Na Páscoa de de 2009 deverá acontecer na Alemanha um evento de mobilização missionária para jovens de toda a Europa. O Paulo esteve 2 dias na Suíça, como membro do Steering Group da EEA e EEMA, a planear esta rede de mobilização missionária dos jovens e o propósito é:

The purpose of mission.net is
To challenge / motivate / mobilise / involve Christian youth to a missional lifestyle and giving them hands-on experience.

mission.net is active on two levels in order to accomplish this purpose / reach this goal
· Encouraging existing and initiate new “mission.net-movements” on a national / regional level throughout Europe
· Bringing youth from time to time to a pan-European “mission.net-event”

12.19.2006

André Mota tomará a liderança da nossa Igreja!


“Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente: nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto.” I Pedro 5:2

Vimos informar-vos da realização do culto solene de tomada de posse do nosso novo líder espiritual na Igreja Baptista do Murtal, o Irmão André Sebastião Aguiar da Silva Mota, o qual ocorrerá no próximo dia 31 de Dezembro de 2006, pelas 11 horas nas instalações da nossa Igreja.

O irmão André Mota é actualmente o secretário-geral da União Bíblica de Portugal e acumulará estas novas funções ministeriais com uma consciência de chamada divina para o ministério pastoral e com o suporte e mentoria do Paulo. A Igreja Baptista do Murtal convocará um concílio para a ordenação ao ministério pastoral do seu novo líder logo após a conclusão dos seus estudos teológicos.

Neste culto solene de tomada de posse do novo obreiro da nossa igreja, teremos a oportunidade sermos comissionados como missionários reconhecidos também por esta comunidade com uma chamada divina para o ministério missionário e da educação teológica.

Agradecidos pelas vossas orações.

DNA GLOBAL TRAINING – MANILA


By invitation from Dr. Jun Vencer, I attended to the IX Global Training for Trainers in Manila, Philippines. I received a deep understanding of DNA Vision Training Program and especially in terms of the second module of the training, System Management, witch I didn’t’ had covered before.
I attended this DNA Global Training Program, also because this training can be a powerful tool to the Portuguese speaking African countries and where there as yet does not exist transformational saturation church planting movements, like Mozambique, Angola, Guiné-Bissau, Cape Verde and S. Tomé and Principe. East Timor is one other country where 155 Portuguese speaking pastors wait for our support in terms of training.

Dawn Western Europe - Copenhaga Novembro 2006


A equipa europeia ocidental da Dawn Ministries, a que o Paulo pertence como coordenador da Europa Latina, encontrou-se em Copenhaga para alinhavar os planos deste movimento para 2007. A par disso participamos numa consulta de plantação de igrejas para os movimentos envolvidos neste ministério na Escandinávia.

III CONGRESSO COMIBAM – 13-17 Novembro


“Results and Challenges among the Unreached” was the theme of the Third Iberoamerican Missionary Congress that took place in the city of Granada, Spain on November 13-17, 2006. The congress was summoned and organized by Comibam International.
An attendance of approximately 2000 participants from 37 countries represented in national delegations, alongside almost 300 Latin missionaries brought from their fields of service interacted for four days to analyze and evaluate the last two decades of work that the Iberoamerican church has been carrying out among the people groups of the world that have not had a clear opportunity to hear the gospel message.
On behalf of the Portuguese Evangelical Alliance Missions Commission, we had the opportunity to lead the Portuguese delegation to the Congress. 75 key Portuguese leaders attended and our role, among some logistic things, was to do some contacts with collaborative church-planting leaders (from Portugal and Spain) and promote the Global Mission 2015 Project. We think God will use that opportunity to receive more support from other Portuguese and Spanish leaders in order to accomplish our goals.

O Pavel vem a caminho de Portugal


Parece que tudo indica que o Vladimir e a Natacha vêm mesmo para Portugal! Uma empresa portuguesa, gerida por um cristão evangélico, amigo nosso, estará na disposição de ajudar esta família ucraniana que sonha em ter o seu filho, Pavel, em Portugal! Estamos muito felizes por isso!
Agora precisamos de os ajudar a encontrar uma casa...muito barata, e com as mínimas condições. Mobílias em bom estado...também são bem-vindas. Agradecemos a todos quantos expressaram já o desejo de ajudar. Parece que vamos mesmo ter um afilhado luso-ucraniano.