1.28.2012

Em 2012, vamos conhecer o vizinho, cuidar da horta e integrar uma associação

A crise obriga a mudar de vida. Mas que hábitos e comportamentos vamos alterar? O que pode surgir de novo na organização do quotidiano? Falámos com investigadores e registámos transformações que poderão ocorrer, para lá de comer mais em casa ou andar de autocarro.

Público / Jan 20, 2012. Por María Jõao Lopes

Usar mais os transportes públicos ou levar comida para o trabalho são apenas alguns exemplos que identificamos de imediato como hábitos que se poderão acentuar em 2012. Mas o PÚBLICO foi ouvir, entre outros, historiadores, sociólogos e escritores sobre o tema e há respostas mais surpreendentes. Há quem acredite que o associativismo e as tertúlias regressarão; os adolescentes procurarão trabalho nas férias; os universitários tentarão arranjar part-time para pagar os cursos; os quintais terão mais hortas; e os vizinhos passarão a conhecer-se melhor.

Passar mais tempo em casa, conhecer melhor os vizinhos

À força de consumirmos menos e pouparmos mais, vamos reduzir as idas ao restaurante e a outros espaços de lazer, e estar mais tempo em casa. Uma das consequências será o aumento das refeições caseiras, até para levar também comida para o trabalho. O escritor Mário Zambujal acredita que as pessoas vão "visitar-se mais": "Vão juntar-se nas casas umas das outras para uma festinha."

Os encontros familiares serão mais frequentes e, em alguns casos, diferentes gerações poderão viver juntas: "É possível que deixe de ser viável que as pessoas da classe média tenham familiares em instituições privadas, que são caras. E que os familiares mais idosos fiquem mais tempo junto das famílias, que voltam a ser alargadas", avança o sociólogo e professor da Universidade de Coimbra, Elísio Estanque.

Maria Filomena Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Demografia, também acredita que tal poderá acontecer, sobretudo "nas famílias com baixos recursos": "Haverá um retorno dos avós ao lar. Com o desemprego, as pensões dos idosos acabam por ajudar na gestão do orçamento." Estanque também sustenta que poderão surgir relações de proximidade entre vizinhos: "Se as pessoas passarem a estar mais na sua zona, têm mais probabilidade de se encontrarem com as que residem ao lado, e que muitas vezes nem sabem quem são". E, cada vez mais, a casa será o escritório: "Trabalhar em casa de pijama é algo que já está a acontecer", diz Zambujal.

Maior vivência comunitária, tertúlias e associativismo

Não será só a preferência pelos transportes públicos que poderá aumentar, mas também uma utilização partilhada do carro: "Os vizinhos que vivem na periferia irão organizar-se mais colectivamente [para se deslocarem]", diz Elísio Estanque.

Maria Filomena Mendes realça também o recurso à bicicleta ou a andar a pé, até porque muita gente abandonará os ginásios. Nas palavras de Pedro Moura Ferreira, sociólogo do Instituto de Ciências Sociais, "a grande mudança passará pela filosofia do menos em quase todas as esferas da nossa vida".

O presidente da Cáritas Diocesana do Porto, Barros Marques, acredita que estes comportamentos fomentarão "um estilo de vida mais comunitário e menos individualista: "Vamos criar laços de alguma economia doméstica, familiar, fazer reuniões com amigos", partilhando comida. "E regressarão as grandes tertúlias e o associativismo, como espaços de debate, de troca de impressões, de esclarecimento, nos quais as pessoas sintam que estão a remar juntas."

Trabalhar mais

Vamos trabalhar mais horas por menos dinheiro. Entre outras medidas, as férias serão mais curtas e os bancos de horas e gestão de pontes mais flexíveis. Mas as alterações no que respeita ao trabalho não se ficarão por aqui e há quem acredite que a crise fará com que os adolescentes procurem trabalhos nas férias e os universitários em regime part-time .

O humorista Nilton realça que sempre trabalhou nas férias quando era adolescente e admite o regresso dessa opção: "Esta transformação deve acontecer e tem um lado positivo, até na mudança de mentalidades. Os nossos universitários vão para a faculdade de carro, com telemóveis e computadores... E há outros países em que é vulgar os estudantes trabalharem em restaurantes, a servir às mesas e a lavar pratos, para pagar os estudos". Nilton acredita ainda que também trabalharemos mais em casa: "O desenrascar vai voltar a ser a alma portuguesa. Nos últimos anos, habituámo-nos a pagar a alguém para vir arranjar a máquina da roupa, para pintar as paredes de casa, para consertar a porta... Vamos voltar a fazer essas coisas todas", diz. E acrescenta: "Vamos fazer a limpeza da casa e deixar de ter empregadas domésticas, ou vamos ter menos horas. Vamos lavar nós o carro e não pô-lo a lavar."

Fazer férias em Portugal, trabalhar no estrangeiro

Elísio Estanque destaca que as saídas nos fins-de-semana prolongados podem diminuir, até porque haverá menos pontes, e que muitas pessoas abdiquem de férias no estrangeiro. Mário Zambujal acredita, porém, que "de um mal pode vir um bem": conhecer melhor o país, à força de fazer férias cá dentro.

"Às vezes, ouço turistas perguntarem a portugueses se conhecem as grutas de Mira de Aire e não conhecem. Conhecemos as praias do Algarve e pouco mais", afirma. O estrangeiro passará a ser, antes, sinónimo de emigração, sobretudo para os mais jovens: "Os jovens não se vão acomodar", diz Filomena Mendes, salientando que a mobilidade terá ainda como efeito o decréscimo na aquisição de casa própria. "Há uns anos, era compensador comprar casa; actualmente, não. Os jovens já têm essa consciência e querem arrendar. Porque isso dá mais liberdade para mudar."

Maior disponibilidade para a mudança

Dalila Pinto de Almeida, que tem participado em projectos de gestão da mudança em empresas multinacionais e é autora do livro Mudar de Vida , não tem dúvidas de que "a forma de encarar o emprego" vai mudar: "Não vamos poder continuar a encará-lo como algo certo, definitivo. Vamos ter de ver o emprego como trabalho", diz, salientando que as pessoas estarão também mais "disponíveis" para mudanças dentro da própria empresa.

"Não vamos poder ficar presos às funções que sempre tivemos, vamos ter de pegar em projectos diferentes." As alterações também se notarão na iniciativa das pessoas: "Vão criar alternativas, o seu próprio emprego e fazerem aquilo que sabem e gostam, mesmo ganhando menos e trabalhando mais."

Outro aspecto que antevê é "o surgimento de uma economia informal: sobretudo os desempregados aproveitarão as habilidades para, por exemplo, fazer carteiras em tecido para vender através do Facebook, na sua casa ou na de amigos". Aparecerão "negócios pequenos, de nicho": "Vai fomentar-se a criatividade", defende.

Elísio Estanque concorda: "Poderão surgir negócios como lojas de roupa em segunda mão. Em Inglaterra, há lojas dessas há muitos anos. É possível que volte a ser natural e que as pessoas cá aceitem essa reciclagem."

Mais debate político

A historiadora Irene Pimentel acredita que o agravamento das condições de vida poderá "dar mais força à discussão política". "É uma esperança que eu tenho, que vai aumentar o debate político". Outras expectativas passam por haver "mais responsabilidade nos actos políticos" e "mais estima pelo bem público". Irene Pimentel sublinha ainda que "vamos assistir à maior proletarização da classe média": "Pensávamos que havia uma seta para a frente e para cima. E a classe média está a ver que, afinal, o futuro não será melhor, mas pior", nota, antevendo tensões sociais.

Inês Pereira, investigadora nas áreas dos movimentos sociais e novas tecnologias da informação no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, acredita que este ano, e no que respeita à contestação, acentuar-se-á "o recurso à Internet, como forma de divulgar causas, como meio de convocar e concertar acções transnacionais, e como palco de uma "guerrilha informacional"".

Mais humor e voluntariado

O humorista Nilton prevê um bom ano para os seus espectáculos: "As pessoas vão querer rir-se mais. O humor é uma arma contra a crise", diz, notando que é cada vez mais solicitado para ir a empresas, que procuram alguém que consiga motivar e levantar o "astral" dos funcionários. Já Irene Pimentel defende que, como ir ao teatro e ao cinema será cada vez mais caro, a tendência passará pela procura de conteúdos na Internet e espectáculos gratuitos. Filomena Mendes também prevê cortes na formação das crianças: "Algumas famílias vão privar os filhos da música, da natação, do ballet...", diz, acrescentando que os centros de explicações poderão perder clientes.

Em alguns casos, serão os próprios pais, se tiverem o tempo e os conhecimentos para tal, a apoiar os filhos nas tarefas escolares. Mas há quem anteveja outras soluções como o voluntariado: "Podemos ver professores reformados a dispor do tempo para cuidar de crianças num bairro, porque os pais deixaram de ter dinheiro para o ATL", defende Maria Filomena Mendes. Também o sociólogo Elísio Estanque considera que o "humanismo e a solidariedade podem ser mais visíveis".

Novo perfil de consumidor

O escritor Mário Zambujal considera que este ano será inevitável travar-se o consumismo das últimas décadas: "Há um excesso de ambições pequeninas, de mudar de telemóvel e fazer filas à porta das lojas só porque vem aí um que tem mais um botão. Reduzindo esse consumo, vamos ter mais tranquilidade mental, alguma acalmia nesta vertigem do ter que é infernal", sustenta. Prevê um perfil diferente de consumidor: "Entraremos numa fase em que temos de tra var esta sede desesperada de consumo, de querer ter tudo, sempre mais, e vamos chegar a um ponto de nos voltarmos para coisas que não estão à venda nos shoppings , como ver nascer o sol na Arrábida", brinca.

Também o humorista Nilton acredita que voltaremos "às coisas simples e a repensar o que é supérfluo". Mesmo em áreas como a alimentação, as pessoas tenderão a comprar de outra forma, não só pondo de parte produtos que não são absolutamente necessários, como preferindo os mais baratos: "A própria selecção dos alimentos vai mudar", diz Maria Filomena Mendes. Já Elísio Estanque acredita que as hortas vão regressar, mesmo nas cidades: "As pessoas com quintal, com pequenos talhões de terra, poderão usufruir dessa actividade não só para responder a necessidades materiais, mas também como forma lúdica de ocupação do tempo."

1.14.2012

Toronto e Lisboa: Aguenta Coração!


Visitar o Ontario, no Canadá foi "such an experience". Emoções para cá e para lá. Por um lado, impressionaram-nos as janelas de oportunidade que nos poderão facilitar o estudo, a fundo, de coisas que sempre nos apaixonaram e ao mais alto nível. Concluímos, todavia, que isso só será viável, se tivermos no terreno, uma base ministerial que nos garanta um visto de residência permanente e o sustento que nos falta. E quanto desejamos servir a Igreja de Cristo! Impressionaram-nos também os gestos de amor dos nossos irmãos João e Dianne Duarte, Ron e Dália Fairbanks, Ken e Caroline Benson, Diné e Leila Lota, Artur e Paula Simões, Rosalinda e Isaque Amorim, Anne e Ron Warder, Luís e Natália Resendes.

Por outro lado, viver esta experiência intensa e saber que do lado de cá, após sete meses, uma nova situação de saúde grave, agora do pai da minha amada. É o prenúncio de um novo período de grieving na família. Haja coração para aguentar tamanha pressão. Orem por favor, pelo meu sogro.

Voltámos para Portugal com o coração apertado por imaginar o quadro de sofrimento familiar com as notícias terríveis que nos chegavam e, ainda sem nenhuma definição do que acontecerá no nosso futuro próximo em termos de ministério. A dúvida é se ficaremos em Portugal ou se poderemos rumar ao Canadá para estudar no MacMaster Divinity College e servir uma Igreja que careça de liderança pastoral. Esta ambiguidade cansa e, necessariamente, queremos encerrar este dossier acerca de uma possível saída, temporária, do país. Se ficarmos, restar-nos-á saber se o desejado PhD poderá ser feito à distância, talvez em Oxford, num tempo bem mais dilatado e isto, se houver disponibilidade e abertura nos ministérios que aqui abraçamos.

Não será fácil mas tudo está nas mãos do Senhor. Hoje mesmo reli Jeremias 29:11-14
“Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamento de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais. Então, me invocareis, passareis a orar a mim , e eu vos ouvirei. Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o Senhor, e farei mudar a vossa sorte.”

Até ao final deste mês estaremos em oração e à aguardar respostas que nos deverão chegar do outro lado do oceano. Orem connosco. Do lado de cá, somos chamados a cuidar dos que amamos até ao dia que o Senhor os levar. Por agora...aprendemos aquela verdade: "Espera tu pelo Senhor; anima-te, e fortalece o teu coração; espera, pois, pelo Senhor." Salmos 27:14


12.26.2011

Blessings and fulfilled promise Jesus brought in His birth!

What blessings and fulfilled promise Jesus Christ brought in His birth!
● He made young Mary sing.
● He gave purpose and meaning to Joseph’s whole life.
● He made old Elizabeth rejoice with a jumping baby.
● He took old Zechariah’s failing faith and filled him with vision for the future.
● He gave such a sight to lowly shepherds that they couldn’t remain silent.
● He answered Simeon’s life-long quest for hope.
● He made grieving Anna a preacher of thanksgiving.
● He answered the Magi’s deep search for the true King.
● He terrified wicked old Herod and made him fear judgment.
● He brought great light to those in darkness and death.
● He began leveling mountains and straightening paths for people in all nations.
● You and I have seen Him bring salvation to thousands in these days.
How can we not rejoice and sing, whatever may happen?!

12.24.2011

Uma história de Natal

Numa altura em que estamos todos tão preenchidos, um pequeno registo do que Deus está a fazer neste Natal:

Há alguns dias, na nossa casa, um casal rededicou a sua vida a Cristo! Ele havia recebido Jesus quando, ainda numa cama de hospital após 1,5 semana em coma, recuperava o fôlego da vida. Num momento de desespero, tentou o suicídio. Milagrosamente recuperou. Entretanto, recaíu variadas vezes no vício que o havia levado ao desespero. Ela, esgotada, e incrédula quanto à reabilitação do esposo, lutava para ser mãe e pai de dois lindos filhos enquanto metia os papéis para o divórcio. Também ela, na nossa casa, há alguns meses atrás, havia recebido Jesus.

Ontem, emocionados, após o visionamento do programa Minha Esperança, decidiram dar a si mesmos uma nova oportunidade. Ele pediu perdão à esposa, aos filhos, aos mentores espirituais e orou com as suas próprias palavras para voltar para Cristo e ter assim forças para resistir ao vício que o escraviza e que, senão superar em Cristo, o colocará, já em Janeiro, numa clínica de desintoxicação, a expensas da sua entidade patronal. A esposa, ferida de alma, precisa de forças para o perdoar e voltar a viver e confiar nele.

A partir de hoje, temos um serviço SOS montado para atender este homem em momentos de tentação. A partir de hoje, teremos um plano de acompanhamento permanente que me obrigará a ir ao ginásio mais regularmente do que antes. Dizia ele: "Pastor: "Ensine-me a orar…"

Deus está a rodear esta família e não desiste deles. Nós também não podemos desistir. Assim Deus nos ajude a dar tempo ao que é prioritário. Percebemos recentemente que um dos filhos está a ter explicações num ministério social de uma Igreja Baptista perto de nós! Há alguns dias atrás, a mãe desse precioso menino de nome Salvador, foi surpreendida quando ao chegar à tal Igreja viu o seu filhote a pedir à monitora, já no final da explicação, "Hoje quero eu orar…".

Esta família tem um Salvador e não é o pequenito Salvador. Glória a Jesus! In Excelsis Deo!

Entretanto, tenham um Santo Natal com o Salvador são os votos dos Pascoais!

Neste Natal, como diria Luís de Camões: "O MELHOR DE TUDO É CRER EM CRISTO"

9.20.2011

11 DE SETEMBRO: CALMA NO MEIO DA CRISE


Quando a fé e a acção se mantêm paralelas

À medida que se vai escrevendo a história dos acontecimentos de 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidos, ouvimos relatos de vivências que nos fazem voltar às Escrituras, ou aos pés do Pai Celestial. Todd Beamer é protagonista de uma delas.

Naquela manhã, Todd embarcou no voo 93, da United Airlines, a caminho de Washington, D.C. O avião, um boeing 757, caiu em Pennsylvânia. Morreram todas as 44 pessoas a bordo.

Todd, funcionário da Oracle Corporation, tinha 32 anos. Casado com Lisa, tinham dois rapazes, o David (4 anos) e o André (18 meses). Na altura, o casal esperava o terceiro filho.

Todd e Lisa haviam-se conhecido durante os seus estudos no Wheaton College, onde se licenciaram em 1991.

A bordo do 757, Todd conseguiu ligar o telefone do avião para uma operadora da companhia aérea. Nessa conversa, de cerca de 15 minutos, Todd descreveu calmamente a situação. A bordo estavam três piratas do ar, dois dos quais armados com facas. Os passageiros estavam conscientes de que dois aviões tinham sido projectados sobre as torres do World Trade Center e um outro sobre o Pentágono. Todd disse que um grupo de passageiros tentaria retirar o controlo do avião aos piratas do ar. Naquele clima de tensão máxima, Todd pediu à operadora para o acompanhar numa oração. Ela concordou. Eles oraram: "Pai nosso que estás nos céus..." Depois Todd recitou o Salmo 23: "O Senhor é meu pastor..." e gritou: "Jesus, ajuda-me!" A última coisa que a operadora pode ouvir, logo depois, foi a voz de Todd, gritando aos colegas passageiros: "Estão prontos? Vamos! (Let´s Roll). Todd e um pequeno grupo de passageiros tentaram reassumir o controlo do avião. O voo 93, da United Airlines, acabaria num campo de Pennsylvânia. As autoridades estão convencidas que este acto de extrema coragem impediu que o avião tenha sido projectado sobre o alvo dos piratas (talvez a Casa Branca).

Quando Tood ligou à operadora ele fez três coisas cruciais. Falou com Deus e recitou a Palavra de Deus. Depois, Todd gritou "Vamos!" Nas palavras do seu pastor, Warren Bird, "aquelas duas frases - clamando por Deus e depois avançando pela fé, representam aquilo que Todd era de facto, tanto no seu pequeno grupo, como líder jovem, como marido e como um crente no mundo do trabalho".

Em 5 de Outubro de 2001, numa carta enviada pela Casa Branca à universidade, podia ler-se: "Wheaton College mantem-se firme pelas coisas que permanecem: pela fé, pela integridade, e pelo serviço aos outros. Foram esses valores que ficaram expressos na vida e no sacrifício de Todd Beamer."

O professor Jim Plueddemann, daquela escola, costuma contar aos seus alunos que a vida cristã se assemelha a uma linha de comboio, com dois carris. Um destes carris ilustra a nossa fé, o nosso conhecimento, aquilo em que cremos. O outro carril ilustra a nossa vivência, o nosso comportamento, em obediência ao Senhor. Estes carris devem manter-se sempre paralelos - crer na Palavra e obedecer sempre à Palavra. Se estes carris deixarem de ser paralelos... é a queda.

Nas palavras de Lisa, "Todd viveu cada dia procurando tomar pequenas decisões que estivessem de acordo com os propósitos que tinha para a vida. As acções que assumiu em 11 de Setembro foram mais um exemplo disso mesmo. Obviamente, estas foram das mais difíceis decisões que ele tomou, mas ele pode tomá-las nesse dia porque praticou cada dia, antes de 11 de Setembro."

O terceiro filho nasceria a 9 de Janeiro de 2002. É uma menina. Chama-se Morgan. "O que me preveniu da histeria foi conhecer a verdade - no fim, estava tudo bem... Está tudo bem com a eternidade, mesmo que aqui e agora não esteja. As fundações da minha vida ainda estão intactas"- confessou Lisa.

--Fernando Ascenso

8.24.2011

New Survey Reveals Church Mergers Are Highly Successful in Multisite Churches


The number of U.S. and Canadian churches merging–two or more individual churches joining to become a single church–has been slowly rising over recent decades.


These mergers can take many forms, including rebirths (a restart of an older church or one in decline), adoptions (one church becoming part of another), marriages (a healthy merger of equals), and reconciliations (a reunion of a church split).[1]

Many of these churches are multisite—one church in two or more locations. Or they become multisite through the merger. In fact, one in three multisite campuses is created as the result of a church merger.

A recent Leadership Network survey of churches who had participated in a merger revealed that multisite churches rated their experiences higher than churches that consolidated into one location. This trend held across church sizes and distance apart.

Multisite churches also reported greater growth after a merger. One church in particular grew from approximately 50 attenders to 250 in just nine months—a fourfold increase! Even more encouraging, the survey indicated that many churches would consider a repeat merger in the future as a viable option for extending their reach into different communities.

These and further findings are summarized in Making Multisite Mergers Work: New Options for Being One Church in Two or MoreLocations by Warren Bird and Kristin Walters, which contains observations from 161 merger churches, comparing multisite mergers against those that aren’t multisite. The report includes insights into the cost of church mergers, the time it takes from negotiations to integration, and how various staff and pastoral transitions are handled.

Leadership Network

http://leadnet.org/

7.30.2011

Homenagem a outra grande mulher da minha vida!

Naquele dia, 29 de Julho de 1989, ajoelhei-me para a beijar. Hoje vergo-me para a homenagear. Como mulher, esposa, mãe e filha, a todas sobrepuja! Como crente, ensina-me a orar até para depender de Deus nos pequenos detalhes da vida.

"Tiraste-me o coração, minha irmã, minha esposa; tiraste-me o coração com um dos teus olhares, com um colar do teu pescoço. Que belos são os teus amores, minha irmã, esposa minha! Quanto melhor é o teu amor do que o vinho! E o aroma dos teus unguentos do que o de todas as especiarias! "
Cant. Salomão 4:9-10

Georgina Pascoal, uma mulher que tinha o céu no coração!



Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21).

GEORGINA CASTANHEIRA DE SOUSA NOIVO PASCOAL nasceu a 15 de Maio de 1939 nas Caldas da Rainha. Com 17 anos conheceu Jesus Cristo e recebeu-O como Salvador tendo logo depois descido às águas do baptismo no templo da Igreja Evangélica Baptista das Caldas da Rainha. Oficiou esse acto o seu primeiro Pastor, António dos Santos Martins. Numa das célebres conferências bíblicas de Leiria, conhece Carlos Alberto Varelas Pascoal com quem haveria de contrair matrimónio celebrado no dia 25 de Outubro de 1959 sob os auspícios da Igreja Evangélica Baptista do Cacém. Este casamento abênçoado foi celebrado 50 anos depois, no dia 25 de Outubro de 2009. Foi mãe de seis filhos, tendo sofrido a perda precoce de uma filha imensamente desejada. Entretanto, foi mãe de leite e, sobretudo, mãe espiritual de muitos que amorosamente acolhia na sua casa, chamada por nós, o "vale dos caídos". Quando o seu irmão mais novo, o Joel, precisou de um tecto, a Mãe Gina esteve de braços abertos. Quando o Pratas, o Fernando, o Jonas Bailo, precisaram de ser amados, a Mãe Gina esteve disponível. Quando o pai da Mãe Gina precisou de ser perdoado e acolhido, após um grave acto de loucura, ela foi mãe para o seu próprio pai. Com ela aprendemos que a nossa casa poderia ser e foi um lugar de Graça, de Amor e de Perdão.

Foi membro fiel das Igrejas Baptistas das Caldas da Rainha, Cacém e Tires, onde serviu zelosamente ao Senhor fazendo uso dos seus dons na área da música, oração, e acima de tudo, no evangelismo. Cultivava a prática constante do encorajamento e a disciplina espiritual da memorização das Escrituras. Acompanhou o seu marido no ministério da pregação em Igrejas onde ambos foram chamados a servir como obreiros leigos, nomeadamente em Abrantes e em Chança, trinta anos antes de um seus filhos assumir o pastorado das mesmas. Com a sua vida de testemunho fiel, inspirou os seus filhos encorajando-os a seguir o ministério da Palavra, o que na verdade sempre foi um dos seus grande motivos de regozijo. Após doença prolongada, “foi pelo caminho da terra” (1Reis 2:2) no dia mundial dos avós, 26 de Julho de 2011, indo assim ao encontro do seu Salvador Amado a quem gostava de cantar: “O céu desceu, entrou e ficou em mim. Foi Jesus que em mim entrou, minha vida iluminou.”

Hoje, Para mim, o viver é Cristo”

Hoje eu amarei. Amar é o que discípulos fazem todos os dias.

Hoje eu ouvirei a voz amorosa de Jesus. Somente a voz de Jesus pode me libertar para amar sem parar.

Hoje eu receberei amor perfeito, directamente de Jesus, que é a fonte do amor perfeito. Ele vive em mim e é generoso com o Seu amor.

Hoje eu verei a minha agenda como a agenda do amor de Jesus. O que parecem acidentes eu verei como apontamentos divinos que me levam a amar quem eu preciso amar.

Hoje eu deixarei o amor perfeito de Jesus acalmar a minha mente, as minhas emoções e a minha vontade. O amor de Jesus flui melhor através da minha vida quando estou descansando em Deus.

Hoje eu verei o amor de Deus operando claramente ao meu redor. Jesus abrirá os meus olhos para eu ver a Sua presença amorosa em acção.

Hoje é um bom dia para amar e Jesus está sempre pronto para amar através de mim.

Hoje é viver Cristo.

Carlos McCord

Presidente do Ministério Permanecer